
A comida como
política pública.
Da merenda escolar à curadoria do Cerrado, o Instituto Gente atua em rede com o poder público e com comunidades reais. Fazemos da gastronomia ferramenta concreta de educação ambiental, inclusão social e disseminação de saberes ancestrais, porque a primeira política pública é sempre a do prato.
Antes do hospital, o prato.
De nada adianta entregar hospital, faculdade, universidade, se eu não entrego o básico, que é o comer.
Depois que eu resolvo a comida, fica mais fácil resolver todo o resto. Com a garantia da alimentação, primeiro reduzo crimes famélicos. Segundo, dou condição para que as pessoas tenham estrutura mental para trabalhar.
O nosso diferencial é que usamos esse conhecimento para que as pessoas refaçam suas ligações com a questão de meio ambiente. Nós precisamos voltar a ser disseminadores de sementes, dispersores de sementes.
Para que existimos.
Usar a gastronomia como ferramenta de educação ambiental e inclusão social, garantindo acesso à informação sobre o Cerrado e suas possibilidades alimentares para erradicar a fome e construir cidadania.
Ser referência nacional na transformação da gastronomia brasileira como instrumento de soberania alimentar e disseminação de saberes ancestrais. Tornar a comida o ponto de partida de toda política pública de inclusão.
Cinco compromissos cotidianos.
- 01
Dignidade alimentar.
Comida segura, nutritiva e culturalmente adequada como direito antes de qualquer outro.
- 02
Saberes ancestrais.
A gastronomia originária e popular como patrimônio vivo, em diálogo permanente com a cozinha contemporânea.
- 03
Educação ambiental.
A alimentação como porta de entrada para a consciência ecológica. Disseminar sementes, no sentido literal e simbólico.
- 04
Tecnologia social.
Conhecimento técnico organizado para servir comunidades, escolas e merendeiras, não para fechar mercado.
- 05
Transparência.
Prestação de contas pública e auditada como compromisso permanente com parceiros, beneficiários e sociedade.
Três frentes em rede.
Atuamos em parceria com o poder público, organizações sociais e comunidades. Comida no centro, território como contexto, cuidado como método.
- 01

Garantia alimentar.
Programas em rede com o poder público para que comunidades vulneráveis acessem alimentação digna. A comida no centro de qualquer política de inclusão.
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Capacitação e tecnologia social.
Cursos, oficinas e residências para merendeiras, produtores rurais e comunidades originárias. Tecnologia social como ponte entre conhecimento ancestral e gestão pública contemporânea.
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Curadoria do Cerrado.
O Cerrado tem 1.200+ sabores. Curar significa identificar, valorizar e levar esse repertório para a alta gastronomia, a merenda escolar e a mesa do brasileiro comum.
Projetos realizados.
Um recorte do trabalho de campo do Instituto. Programas que saíram do papel, em territórios reais, com comunidades reais.
Notas do território.
Imagens, citações e bastidores que a equipe registra entre uma visita e outra. Sem feed, sem algoritmo, sem pressa.
- Reflexão
Setembro é o mês do Cerrado. Para o meio corporativo, é também um bom momento para rever como o bioma entra na estratégia, na cadeia de fornecimento e na relação com as pessoas que vivem dele.
- Reflexão
Bem comum não é uma palavra bonita de manifesto. É o critério que usamos para decidir o que o Instituto Gente faz e o que recusa fazer.
- Reflexão
Sobre a dupla jornada de mulheres que sustentam a produção rural e o cuidado da família, e por que essa contribuição raramente é contada como trabalho.
Disseminadores de sementes.
Transformar a gastronomia brasileira. Não só a alta gastronomia, mas resgatar o elementar, a gastronomia ancestral. Unir a questão ambiental e a questão social pela mesa, como ferramenta de convencimento e de pertencimento.
